
No último Culto de Ensino, a congregação viveu um momento de profunda reflexão e espiritualidade com base no texto bíblico de 1 Samuel 3:10, que relata o chamado de Deus ao jovem profeta Samuel. A ministração trouxe uma poderosa lição sobre como reconhecer a voz de Deus em meio às muitas distrações e ruídos da vida moderna.
O versículo central — “Então veio o Senhor, e ali esteve, e chamou como das outras vezes: Samuel, Samuel! E disse Samuel: Fala, Senhor, porque o teu servo ouve” — serviu de alicerce para um ensino que convidou os fiéis a parar, ouvir e obedecer à direção divina.
A importância de aprender a ouvir Deus
Durante o culto, foi enfatizado que, assim como Samuel, muitos cristãos não reconhecem a voz de Deus de imediato. O aprendizado vem com humildade, direção espiritual e intencionalidade. É preciso criar espaços de pausa e silêncio interior para discernir o sussurro do Espírito Santo.
O Culto de Ensino foi descrito como esse ambiente especial de pausa, onde o coração se aquieta e o espírito se torna sensível à presença divina. Segundo a mensagem, ouvir a voz de Deus não é apenas um dom, mas uma prática que se desenvolve com constância, devoção e entrega.

“Fala, Senhor, porque o teu servo ouve”: um chamado diário
A ministração também destacou que a resposta de Samuel — “Fala, Senhor, porque o teu servo ouve” — deve ser o clamor diário de todo cristão. Ao acordar, nas decisões do dia e até ao deitar, o convite é para ouvir com o coração e obedecer com fé.
Esse tema tem tocado profundamente os participantes dos cultos, que saem motivados a buscar uma comunhão mais íntima com Deus, aprendendo a reconhecer Sua voz mesmo em meio ao caos.
Reflexão e propósito
A mensagem encerrou com um chamado à prática: ouvir é diferente de apenas escutar. O verdadeiro discípulo de Cristo aprende a responder à voz de Deus com obediência e sensibilidade espiritual.
O Culto de Ensino permanece sendo um espaço de crescimento e revelação, onde a Palavra é o centro e o objetivo é formar cristãos que vivem não apenas de palavras, mas de relacionamento genuíno com o Criador.







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